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terça-feira, 14 de junho de 2011

Um achadinho




Encontrei este blog nas minhas andanças por sites e blogs de artesanatos e adooorei!





Não é apenas um blog com tutoriais, mas ela recolhe imagens que lhe agradam o que torna o espaço cheio de boas idéias e dicas.

Adorei!

domingo, 28 de junho de 2009

Explicação científica para as prgas do Egito.



Explicação científica para as prgas do Egito.


Personagem do Filme "Colheita do mal" explica como e porque aconteceram as pragas do Egito.A Bíblia diz que Deus enviou as pragas como advertência ao faraó...Para liberar seu povo.Em 1400 a.C., um grupo de egípcios nervosos viu o Nilo ficar vermelho. O que eles achavam ser sangue, era na verdade uma infestação de algas, que matou os peixes...E antes disso eles viviam de ovos de sapos. Esses ovos não devorados criou um número recorde de filhotes de sapos que, conseqüentemente, chegaram à terra e morreram.Os corpos dos sapos em decomposição, atraíram piolhos e moscas. Os piolhos traziam o vírus língua-azul, que matou 70% dos animais do Egito. As moscas traziam mormo, uma infecção bacteriana, que em humanos causa furúnculos. Após isso, uma tempestade de areia atingiu o vale do rio por três dias, conhecida como a praga da escuridão. Durante a tempestade de areia, calor intenso, combinado com uma frente fria criou não apenas granizo como tempestades, que poderia parecer para os egípcios antigos como fogo do céu. O vento subseqüente iria tirar a população etíope de gafanhotos do rumo, direto para o centro de Cairo. O granizo é úmido, e caindo sobre as reservas de grãos, você tem microtoxinas. Em tempos difíceis no Egito antigo, os primogênitos recebiam as maiores porções de comida e, nesse caso, ingeriram as maiores partes das toxinas e morreram.

Dez pragas, dez explicações científicas.

terça-feira, 24 de março de 2009

Meu mapa astral!







Seu signo é: Câncer ... O EU InteriorO signo de Câncer se inicia em 22 de Junho e termina em 22 de Julho. É um signo de Água, governado pela Lua. Por isso é um signo negativo, feminino, fecundo, mudo e introspectivo. Os nativos deste signos são extremamente tímidos, instáveis, e de difícil acesso; sendo muito sensíveis escondem seus sentimentos, e se fecham em seus casulos quando se sentem ameaçados. Lembrem-se dos pequenos caranguejos que se escondem no buraco da areia a qualquer barulhinho? E como defendem com garras o seu refúgio! É claro que escondem por dentro uma carne bem macia.A Lua, que rege o signo, é a própria essência da figura materna, e mesmo se os nativos forem do sexo masculino, eles serão seguramente pais excelentes, isto é, extremamente maternais e ligados à família. Muitas vezes o seu karma está ligado à figura materna e à descendência feminina da família, e dificilmente se livram da mãe! São emotivos e têm uma grande sentimentalidade, possuindo um caráter receptivo e sensitivo. Sua imaginação é fértil e gostam muito de música, onde podem expressar os seus sentimentos mais secretos. Procuram sempre um certo conforto e aconchego no lar, muitas vezes com moveis antigos, muitas fotos familiares e lembranças da infância para se sentirem seguros... Sendo extremamente fechados e tímidos, podem ser suscetíveis ao meio ambiente e por isso detestam as novidades. Se sua sensibilidade for exagerada, podem parecer até lunáticos, caprichosos, e até um pouco efeminados. Especialmente os nativos do sexo masculino devem procurar se abrir mais e desenvolverem seu lado mais masculino, para não serem joguetes nas mãos de mulheres muito autoritárias! O excesso de acomodação e bondade pode ser fraqueza de caráter! Os seus pontos fracos no organismo são: o estômago (o sistema digestivo) e o peito. Aliás, não são somente os alimentos físicos que eles digerem dificilmente!Câncer e o Amor:Os cancerianos costumam ser excelentes amigos, pois dão muita importância aos sentimentos e tem instinto de tomar conta dos outros. Ao se sentirem atraídos por alguém, examinam cuidadosamente o terreno e demoram para tomar as iniciativas. São maravilhosamente sensuais, românticos e delicados, dando muita atenção ao ambiente romântico de que ele necessita para expressar seus sentimentos. Podem mudar de humor facilmente, ou se fechar como ostras para não expor os seus sentimentos, o que dificulta as vezes o relacionamento. Não esqueçam, um relacionamento duradouro é também baseado nas discussões francas.Câncer e a Casa: Como é a casa do canceriano? Um pequeno casulo, sem dúvida. Dependendo, é claro, de outros fatores, ele tem necessidade de se cercar de recordações. E o seu quarto deve ser o coração de sua casa, ou melhor simplesmente o seu próprio coração. É nele que o nativo se fecha para escrever suas memórias, ouvir as suas músicas prediletas, sempre cercado pelos retratos dos seus entes queridos. É também em seu quarto que ficará a poltrona preferida para a leitura e as suas lembranças da infância. Funcionando como um casulo que o protege dos perigos do mundo exterior e, principalmente, da instabilidade do futuro, o lar do canceriano invariavelmente reflete os tons de pó de arroz, tons de boa saúde, tons de manhã tenra e ensolarada. Sofisticado nos gostos, ele aprecía lençóis macios e iluminação bem planejada. Cortinas estampadas, de preferencia com temas florais, madeiras claras e cama clássica, se possível com um baldaquim, para que ele se sinta mais protegido e abrigado.

Ascendente em Libra - O Ascendente tem relação com sua aparência física e com o jeito que você se apresenta aos outros. Você que tem o Ascendente em Libra, é seguramente uma pessoa refinada e de bom gosto. A atração pelas artes e a necessidade de um ambiente belo e refinado torna-se imprescindível quando Libra ascende no mapa. A sua necessidade de expressar o afeto o torna um ser sociável e amável com todos, mas também pode ser interpretada como fraqueza se você demonstrar indecisão e falta de firmeza em suas atitudes. Buscando sempre o seu “par ideal” terá como meta prioritária formar parcerias e suas maneiras doces e diplomáticas fazem de você uma pessoa querida em todas as reuniões sociais. Você poderá se dedicar às carreiras artísticas para poder expressar toda a sua sensibilidade. A expressão de doçura, os belos traços de seu rosto, os braços e mãos alongados, também são características de quem possui Libra no ASC. E você pode ter covinhas no rosto e uma boca bem desenhada, em forma de coração. Você precisa se ocupar com hobbies que tenham função relaxante, como a dança, a música e as artes de maneira geral. Como Libra rege os rins, estes órgãos são fracos em seu organismo: se você tiver problemas com seu bem amado seguramente acabará tendo problemas renais. Assim, procure não se amargurar tanto se não conseguir preencher de maneira satisfatória o seu lado sentimental. O temperamento sanguíneo (próprio dos signos de Ar) indica propensão a doenças relacionadas com o sangue venoso e arterial, assim como a tudo o que estiver relacionado com as vias urinárias. (Lembre-se que um planeta colocado em conjunção com o Ascendente e também seu Signo, irão influenciar nesta descrição, modificando suas características).

Lua em Aquário As Suas relacões emocionais.Você é um ser sociável, amável, adora os amigos e é muito popular. Possui muita imaginação, uma mente alerta e intuitiva, com facilidade de assimilação. Pode gostar de ritmo, de movimento, e tem aptidão para lidar com eletroeletrônica. Poderá desenvolver carreiras de ponta, ligadas à vanguarda, ao design, sendo uma pessoa de destaque em seu meio. Esta Lua lhe confere aptidão para se ligar a movimentos humanitários com boa chance de sucesso. Para a mulher este é um indicio também de originalidade no comportamento, uma liberdade de ação, mas pode indicar dificuldades para ter filhos e predisposição aos abortos espontâneos. Se a Lua estiver ‘aflita’, você se tornará bastante excêntrica, rebelde, tendo opiniões sempre ‘do contra’, e se envolvendo em atos que reivindicam ações sociais, como aquelas ligadas a sindicatos, ONGs, e partidos de extrema esquerda. As mudanças bruscas no humor também são uma das características do mau aspecto desta Lua, assim como as inúmeras mudanças de casa, de ocupação e até de país

sábado, 22 de novembro de 2008

Chocolate


Veja as vantagens:
1- O chocolate satisfaz mesmo quando amolece.

2- Você pode comer chocolate no carro, sem ser interrompido pelo guarda.

3 - Você pode comer chocolate na frente da sua mãe.

4 - Se você morder com força, o chocolate não grita e nem reclama.

5 - Duas pessoas do mesmo sexo podem comer chocolate, sem serem recriminadas.

6 - O chocolate não reclama quando você o come muito rápido.

7 - Chocolate não deixa pêlos na sua boca.

8 - Você não precisa mentir para o chocolate.

9 - Você pode comer chocolate em qualquer dia da semana ou do mês.

10 - Um bom chocolate é fácil de se encontrar.

11 - Você nunca é muito jovem ou muito velha para comer chocolate.

12 - Quando você come chocolate os vizinhos não ouvem.

13 - O tamanho do chocolate não importa, apenas o prazer que ele proporciona.

14 - Ninguém termina um casamento por falta de chocolate.

15 - Você não precisa esperar quase uma hora para comer outro chocolate

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Algum Dilema?

Dilemas morais
O que você faria se... Tente responder a 2 dilemas morais e descubra o que suas respostas (e a dos outros) dizem sobre a humanidade
No livro A Escolha de Sofia, de William Styron, uma prisioneira polonesa em Auschwitz recebe um "presente" dos nazistas: ela pode escolher, entre o filho e a filha, qual será executado e qual deverá ser poupado. Escolhe salvar o menino, que é mais forte e tem mais chances na vida, mas nunca mais tem notícias dele. Atormentada com a decisão, Sofia acaba se matando anos depois. Dilemas morais, como a escolha de Sofia, são situações nas quais nenhuma solução é satisfatória. São encruzilhadas que desafiam todos que tentam criar regras para decidir o que é certo e o que é errado, de juristas a filósofos que estudam a moral. Cada vez que um filósofo monta um sistema de conduta, procura algo que responda a todas as situações possíveis. O filósofo inglês John Locke (1632-1704), por exemplo, definiu o bem pela não-agressão, aquela idéia de que "minha liberdade começa onde termina a sua". Já Ros seau (1712-1778) considerava o certo a vontade geral, a decisão da maioria.Agora os dilemas morais estão virando objeto de estudo de cientistas. E, para alguns deles, talvez os filósofos tenham trabalhado em vão ao se esforçar tanto para montar teorias morais. É que, segundo novas pesquisas, raramente usamos a razão para decidir se devemos tomar uma atitude ou não. Analisando o cérebro de pessoas enquanto elas pensavam sobre dilemas, os pesquisadores perceberam que muitas vezes decidimos por facilidade, empatia ou mesmo nojo de alguma atitude. Duvida? A seguir, faça o teste com você mesmo, respondendo a 2 dilemas morais clássicos.Um trem vai atingir 5 pessoas que trabalham desprevenidas sobre alinha. Mas você tem a chance de evitar a tragédia acionando uma alavancaque leva o trem para outra linha, onde ele atingirá apenas umapessoa. Você mudaria o trajeto, salvando as 5 e matando 1?Esse dilema moral foi apresentado a voluntários pelo filósofo e psicólogo evolutivo Joshua Greene, da Universidade Harvard. "É aceitável mudar o trem e salvar 5 pessoas ao custo de uma? A maioria das pessoas diz que sim", afirma Greene em um de seus artigos. De fato, numa pesquisa feita pela revista Time, 97% dos leitores salvariam os 5. Fazer isso significa agir conforme o utilitarismo – a doutrina criada pelo filósofo inglês John Stuart Mill, no século 19. Para ele, a moral está na conseqüência: a atitude mais correta é a que resulta na maior felicidade para o máximo de pessoas.
Mas há um problema. A ética de escolher o mal menor tem um lado perigoso – basta multiplicá-la por 1 milhão. Você mataria 1 milhão de pessoas para salvar 5 milhões? Uma decisão assim sustentou regimes totalitários do século 20 que desgraçaram, em nome da maioria, uma minoria tão inocente quanto o homem sozinho no trilho. Além disso, o ato de matar 1 para salvar 5 é o oposto do espírito dos direitos humanos, segundo o qual cada vida tem um valor inestimável em si – e não nos cabe usar valores racionais ao lidar com esse tema. Imagine a mesma situação anterior: um trem em disparada irá atingir 5 trabalhadores desprevenidos nos trilhos. Agora, porém, há uma linha só. O trem pode ser parado por algum objeto pesado jogado em sua frente. Um homem com uma mochila muito grande está ao lado da ferrovia. Se você empurrá-lo para a linha, o trem vai parar, salvando as 5 pessoas, mas liquidando uma. Você empurraria o homem da mochila para a linha?Avaliando pela lógica pura, esse dilema não tem diferença em relação ao anterior.Continua sendo uma questão de trocar 1 indivíduo por 5. Apesar disso, a maioriadas pessoas (75% nos estudos de Joshua Greene, 60% no teste da Time) não empurrariao homem. A equipe de Greene descobriu que, enquanto usamos áreas cerebrais relacionadas à “alta cognição”, isto é, ao pensamento profundo, para resolver o dilema anterior, este aqui provoca reações emocionais, mesmo nos que empurrariam o homem para os trilhos.Uma versão mais bizarra desse dilema propõe uma catapulta para jogar o homem pesado nos trilhos – e, surpresa, a maioria das pessoas volta a querer matar 1 para salvar 5. Conclusão: estamos dispostos a matar com máquinas, mas não mataríamos com as mãos.Para Greene, a diferença nas respostas aos dois dilemas pode ser explicada pela seleção natural. Durante milhares de anos da nossa evolução, os seres humanos que matavam outros friamente atraíam violência para si próprios: eram logo mortos pelo grupo, gerando menosdescendentes.Já aqueles que conseguiam se segurar conquistavam amigos e proteção, transmitindo seus genes para o futuro. Assim, ao longo dos milênios, criamos instintos sociais que nos refreiam na hora de matar alguém. Acontece que, na maior parte do tempoda nossa evolução, vivemos em cavernas e com lanças na mão, e não operando máquinas, botões ou alavancas. Isso faz com que nossos instintos sociais não relacionem o ato de apertar um botão ou puxar uma alavanca com o de jogar alguém para a morte – é por esse motivo que, para Joshua Greene, tanta gente mudaria a alavanca na situação anterior, masnão executaria o homem neste segundo dilema. “Os instintos sociais refletem o ambiente nos quais eles evoluíram, não o ambiente moderno”, afirma o cientista.Ele dá outro exemplo. Achamos um absurdo não prestar socorro a alguém que sofreu um acidente na estrada, mas nos esquecemos rapidinho que milhares de pessoas morrem de fome na África. Para Greene, o motivo dessa disparidade também está nos instintos. “Nossos ancestrais não evoluíram num ambiente em que poderiam salvar vidas do outro lado do mundo. Da forma como nosso cérebro é construído, pessoas próximas ativam nosso botão emocional, enquanto as distantes desaparecem na mente.”Para Greene, a diferença de atitudes mostra que os filósofos que lidam com a moral devem levar mais em conta a natureza do homem – não para agirmos conforme a natureza, mas para superá-la. Tendo consciência de que nossos instintos nos tornam capazes de matar friamentepor meio de uma alavanca ou de ignorar genocídios distantes, temos mais poder para decidir o que é ou não correto.Responda ao primeiro dilema no Fórum do site!Na edição que está nas bancas, você encontra outros três dilemas morais e as ponderações de cientistas a respeito.



Mas há um problema. A ética de escolher o mal menor tem um lado perigoso – basta multiplicá-la por 1 milhão. Você mataria 1 milhão de pessoas para salvar 5 milhões? Uma decisão assim sustentou regimes totalitários do século 20 que desgraçaram, em nome da maioria, uma minoria tão inocente quanto o homem sozinho no trilho. Além disso, o ato de matar 1 para salvar 5 é o oposto do espírito dos direitos humanos, segundo o qual cada vida tem um valor inestimável em si – e não nos cabe usar valores racionais ao lidar com esse tema. Imagine a mesma situação anterior: um trem em disparada irá atingir 5 trabalhadores desprevenidos nos trilhos. Agora, porém, há uma linha só. O trem pode ser parado por algum objeto pesado jogado em sua frente. Um homem com uma mochila muito grande está ao lado da ferrovia. Se você empurrá-lo para a linha, o trem vai parar, salvando as 5 pessoas, mas liquidando uma. Você empurraria o homem da mochila para a linha?Avaliando pela lógica pura, esse dilema não tem diferença em relação ao anterior.Continua sendo uma questão de trocar 1 indivíduo por 5. Apesar disso, a maioriadas pessoas (75% nos estudos de Joshua Greene, 60% no teste da Time) não empurrariao homem. A equipe de Greene descobriu que, enquanto usamos áreas cerebrais relacionadas à “alta cognição”, isto é, ao pensamento profundo, para resolver o dilema anterior, este aqui provoca reações emocionais, mesmo nos que empurrariam o homem para os trilhos.Uma versão mais bizarra desse dilema propõe uma catapulta para jogar o homem pesado nos trilhos – e, surpresa, a maioria das pessoas volta a querer matar 1 para salvar 5. Conclusão: estamos dispostos a matar com máquinas, mas não mataríamos com as mãos.Para Greene, a diferença nas respostas aos dois dilemas pode ser explicada pela seleção natural. Durante milhares de anos da nossa evolução, os seres humanos que matavam outros friamente atraíam violência para si próprios: eram logo mortos pelo grupo, gerando menosdescendentes.Já aqueles que conseguiam se segurar conquistavam amigos e proteção, transmitindo seus genes para o futuro. Assim, ao longo dos milênios, criamos instintos sociais que nos refreiam na hora de matar alguém. Acontece que, na maior parte do tempoda nossa evolução, vivemos em cavernas e com lanças na mão, e não operando máquinas, botões ou alavancas. Isso faz com que nossos instintos sociais não relacionem o ato de apertar um botão ou puxar uma alavanca com o de jogar alguém para a morte – é por esse motivo que, para Joshua Greene, tanta gente mudaria a alavanca na situação anterior, masnão executaria o homem neste segundo dilema. “Os instintos sociais refletem o ambiente nos quais eles evoluíram, não o ambiente moderno”, afirma o cientista.Ele dá outro exemplo. Achamos um absurdo não prestar socorro a alguém que sofreu um acidente na estrada, mas nos esquecemos rapidinho que milhares de pessoas morrem de fome na África. Para Greene, o motivo dessa disparidade também está nos instintos. “Nossos ancestrais não evoluíram num ambiente em que poderiam salvar vidas do outro lado do mundo. Da forma como nosso cérebro é construído, pessoas próximas ativam nosso botão emocional, enquanto as distantes desaparecem na mente.”Para Greene, a diferença de atitudes mostra que os filósofos que lidam com a moral devem levar mais em conta a natureza do homem – não para agirmos conforme a natureza, mas para superá-la. Tendo consciência de que nossos instintos nos tornam capazes de matar friamentepor meio de uma alavanca ou de ignorar genocídios distantes, temos mais poder para decidir o que é ou não correto.

( Matéria publicada - Revista Superinteressante)

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Entenda um pouco sobre a Lei de Fomento

Proposta pela classe artística paulistana e aprovada pela prefeita do Município de São Paulo em 2001, a lei de fomento hoje viabiliza 30 projetos por ano dentro da cidade de São Paulo e o valor destinado à cultura é reajustado com o tempo. De acordo com a Cooperativa de Teatro Paulista, hoje ela gira em torno de R$ 11 milhões. Entre seus principais artigos estão:

Art. 1º - Fica instituído o "Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo", vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, com o objetivo de apoiar a manutenção e criação de projetos de trabalho continuado de pesquisa e produção teatral visando o desenvolvimento do teatro e o melhor acesso da população ao mesmo. Parágrafo único - A pesquisa mencionada no "caput" deste artigo refere-se às práticas dramatúrgicas ou cênicas mas não se aplica à pesquisa teórica restrita à elaboração de ensaios, teses, monografias e semelhantes, com exceção daquela que se integra organicamente ao projeto artístico.

Art. 4º - Para a realização do Programa serão selecionados no máximo 30 (trinta) projetos por ano de pessoas jurídicas, aqui denominadas proponentes, com sede no Município de São Paulo, respeitado o valor total de recursos estabelecido no orçamento. 1º - Os interessados devem se inscrever na Secretaria Municipal de Cultura, ou em local por ela indicado, nos meses de janeiro e junho de cada exercício.