Recent Posts

Mostrando postagens com marcador Teatro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teatro. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Para Lembrar

"Uma comédia brilhante que retrata as quatro fases do casamento de uma forma contagiante" - Viviane Prado

Batalha de Arroz num Ringue para Dois
Teatro .
Com Claudia Raia (Ângela ) Miguel Falabella (Nélio)









Finalmente! A pedido do grande público, Claudia Raia e Miguel Falabella voltam para segundas núpcias. Escrita em 1984, no auge da corrente denominada teatro-besteirol, essencialmente um teatro de sketchs, Batalha de Arroz num Ringue para Dois, de Mauro Rasi é uma comédia hilariante sobre as agruras da vida a dois. Um casal emblemático, Nélio e Ângela atravessam quatro fases no conturbado casamento: Bodas do Ciúme Bodas da Egolatria Bodas da Supressão Bodas da Paixão. Nestes quatro movimentos Mauro Rasi, com o seu diálogo ágil e certeiro, devassa a intimidade do casal, expondo, sempre sob a óptica da comédia, o nervo central desta relação. Claudia Raia e Miguel Falabella emprestam os seus talentos aos personagens de Rasi, num encontro de amigos e actores afinados com o género. Batalha de Arroz num Ringue para Dois é um espectáculo que assegura ao espectador deliciosos momentos de entretenimento, com doses maciças da verve do saudoso e queridíssimo dramaturgo Mauro Rasi, falecido no ano de 2003.

Teatro - Maria Peregrenia - ( Emocionante)


Maria Peregrina

A peça "Maria Peregrina" é a décima quarta montagem da Cia Teatro da Cidade, grupo teatral sediado em São José dos Campos. O espetáculo, que estreou em maio de 2000, teve o patrocínio da Johnson & Johnson através da Lei de Incentivo Fiscal de São José dos Campos do ano de 1999 e marcou a comemoração dos dez anos de atividades do grupo na cidade. Em junho de 2002, a peça recebeu o primeiro prêmio no Mapa Cultural Paulista 2001/2002, concorrendo com mais de cem espetáculos de todo o Estado de São Paulo.

Escrito por Luís Alberto de Abreu, um dos maiores dramaturgos brasileiros da atualidade, o texto narra a história de Maria Peregrina, personagem que faz parte do universo folclórico da região do Vale do Paraíba, tendo sido, inclusive, tema do sexto Caderno de Folclore, de autoria do artesão Benedito José Batista de Melo, editado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em 1992.

Maria Peregrina, conhecida também como Nega do Saco ou Maria do Saco, viveu mais de 20 anos como uma andarilha pelas ruas de Santana ( um dos bairros mais antigos de São José dos Campos) e, após a sua morte em 1964, passou a ser considerada santa popular. Diariamente seu túmulo ainda é visitado por dezenas de pessoas em busca de graças e milagres.

A partir de pesquisas e das inúmeras histórias dos moradores locais sobre a andarilha, o dramaturgo Luís Alberto de Abreu optou em trabalhar com o imaginário em torno dos fatos e episódios levantados, transformando o texto em três histórias distintas que narram o universo da personagem Maria Peregrina.

A montagem se utiliza do teatro épico, onde os atores narram e vivenciam as histórias ao mesmo tempo, ora no passado ora no presente. Essa pesquisa levou o dramaturgo ao estudo da estrutura do teatro clássico japonês, o teatro Nô, uma forma teatral antiga desenvolvida no oriente há mais de quinhentos anos.

O autor conta que quando foi convidado para escrever um texto teatral para a Cia Teatro da Cidade aceitou de pronto, primeiramente, pela perspectiva do desenvolvimento de um trabalho voltado à própria região, lugar de uma cultura centenária, tradicional, forte e que vai se modificando profundamente sob o impacto da urbanização industrial, pois, "perceber, registrar, discutir essas mudanças, apontar seus resultados é a função primeira do fazer artístico."

Três histórias distintas narram o universo de Maria Peregrina.
Conhecida como Nega do Saco ou Maria do Saco,
Maria Peregrina viveu mais de 20 anos na ruas de Santana, um dos bairros mais antigos de São José dos Campos.
Após a sua morte, ocorrida em 1964, passou a ser considerada santa popular e, atualmente, faz parte do universo folclórico da região do Vale do Paraíba.

FICHA TÉCNICA

De Luís Alberto de Abreu – Prêmio Shell 2004
Mais de 150 apresentações.
Cinco anos em cartaz.
Mais de 20 mil espectadores.
Mais de 40 prêmios.

Um dos cinco melhores espetáculos da temporada paulista de teatro em 2002.
Direção - Claudio Mendel
Assessoria Teórica - Alexandre Mate
Assessoria de Esp.Corporal - Reynaldo Puebla
Cenotécnico - Jorge Avelino Ferreira Silva
Costureiras - Zeza Araújo e Maria Pereira Rodrigues
Fotos - Maria Brasil, Flávio Craveiro, arquivo do jornal ValeParaibano e fotos de família
Asses. de Imprensa: Karina M

eatro Coletivo Fábrica (http://www.teatrofabricacoletivo.com.br/)
Endereço: r. da Consolação, 1.623 - Consolação - Centro
Telefone: 3255-5922